terça-feira, 27 de setembro de 2011

Rio de todos os homens e Santos

Rio de sonho e Pão de açúcar
Arpoador, Rio de Cristo redentor
Da Lagoa, Rio de Alah
“Copacabana princesinha do mar”
Disse João de Barro, Braguinha
E Alberto que levava a vida a encantar
E Copacabana fez eternizar
Rio de feira nordestina
De meninos e meninas
Correndo pelo aterro a brincar
E que aterro...
Aterro de Flamengo e Santos Drummond
Com seus belos aviões
Rio abraçado por Ana Maria Braga
E o louro vestido com as cores do Brasil
Brasil de beleza inigualável
Pai do Rio de Santa Tereza
Que pelo caminho tens seus Arcos
Trilhados por bondinhos levando você e eu...
Rio de verdes, azuis e amarelos
Rio de todos os homens e Santos
Rio de negros, mestiços e amores
Amores de pássaros, atos, de carnavais
De Lapa democrática...
E samba ai...
“Rio de Janeiro, gosto de você...”
Disse Elza à bela eterna
Rio de imagens inesquecíveis
De ponte sobre o mar
Ligando Araribóia ao Maracanã
Sou carioca
Rio de vontade de abraçar
E de marchinhas pra cantar
E canta ai...
“Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil...”
Rio de 40º de 50º, Rio do meu coração
Rio de Janeiro, sou de Janeiro
Rio de 1º de Março, os meus muitos abraços


Rio, 30 de Janeiro de 2011
Luiz Carlos Freitas
Calufrey
 



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

ó vida

Ó vida, vida, vida...

Imaginaria vida

Lutaria vida

Sonharia vida, vida, vida...






Comeria vida


Sentiria vida


Sofreria vida


Nadaria vida, vida, vida...






Correria vida


Viajaria vida


Bateria vida


Desejaria vida, vida, vida...






Comentaria vida


Escreveria vida


Simplesmente vida


Ditaria vida, vida, vida...






Vida de vivencia, vida.

 
Vida de humor, vida.


Vida de aventura, vida.


Vida, vida, vida...






E no ar vida

No mar vida
Na terra vida

Em você, vida?





Luiz Carlos Freitas
24/08/2009

Gostaria de receber uma carta

Gostaria de receber uma carta

Não me importaria com o conteúdo

De repente poderia vim sem nada

O que me importar seria a lembrança

Que possivelmente teriam de mim!



Gostaria de receber uma carta

Não dessas que só vêm cobranças

De contas que temos que paga

Talvez carta trazendo lembranças

Mas meu sorriso carta veio tirar



Gostaria de receber uma carta

Com dizeres de carinho...

Perfumada e cheia de amor

Ou até mesmo com uma simples frases

Faria carta sentir meu calor




Luiz Carlos Freitas

31/08/2009

terça-feira, 5 de abril de 2011

E nada...

E nada mudou!
Para mim a sombra do
seu fatasma
se reflete em outra imagem
E nada mudou!
O espelho me olha.






Luiz Carlos Freitas
Calufrey
29 de Março de 2011

A certeza do certo

(refletição)



Em verdade o que nos pertence de fato é a certeza que um dia iremos deixar esse mundo de muitos verdes e rios de sangue;
De sorrisos amarelos e olhares estranhos dos homens que não se conformam em viver por viver;
E o contraste do Céu azul infinito, lembra-me de que a esse mundo pertencemos ainda... hoje.



Luiz Carlos Freitas
Calufrey

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Verde floresta casa minha







A minha casa...
É verde esperança, verde
Verde abundancia verde
Verde floresta, verde
A minha casa...
É arvore de folhas verdes
Ave de penas verdes
Ninho de galhos verdes
A minha casa...
É sol de raios verdes
Mar de brisas, verdes
Estrada de volta, verde
A minha casa...
É esperança de floresta com galhos e folhas verdes
A minha casa...
Sorriso saiu de mim expressando o tom verde...
Natureza é casa minha.



Luiz Carlos Freitas
Calufrey
Rio, 22 de Dezembro de 2010
 

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

E disse;                                                                                                                                 Chico Xavier;

"Morrerei no dia em que o país inteirinho estiver feliz"
Morre Chico após 10hs da conquista do Brasil pela copa do mundo.
O povo Brasileiro estava feliz!















E disse;                                                                                                                                 Cora Coralina

"O saber se aprende com os mestres. A sabedoria, só com o corriqueiro da vida"







E disse;                                                                                                        Carlos Drummond de Andrade

Os ombros suportam o mundo
E o coração está seco.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
provam apenas que a vida prossegue
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
Chegou um tempo que a vida é uma ordem






Minhas palavras (Calufrey)

Em verdade o que nos pertencem de fato é a certeza que um dia iremos deixa esse mundo de muitos verdes e rios de sangue;
De muitos sorrisos amarelos e olhares estranhos dos homens que não se conformam em viver por viver;
E o contraste do Céu azul infinito lembra me de que a esse mundo pertencemos ainda hoje...


Luiz Carlos Freitas
Calufrey

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Minibiografia


Todo começa com encontros e desencontros em nossas vidas, com vindas e partidas de pessoas que sem querer marca as nossas almas e nossos corações com felicidades ou feridas.


Uma historia começa em Agosto de 2007 para me mostrar que o que eu realmente sei fazer de melhor é expor em papeis os meus sentimentos, as minhas amarguras, a minha vontade de dizer ao mundo como as coisas são de fato ao meu dizer e assim recomeçar.

Pessoas muito importantes fazem parte de tudo que sei, de tudo que aprendi, de tudo que guardo, das minhas felicidades, das minhas tristezas, do meu sorriso e da minha alma enfim.

Hoje faço o que meu coração deseja não apenas para mostrar do que sou capaz e sim para pode dizer do que não fui capaz e assim segue a minha vida com historias gravadas onde o vento não poderá apaga!

Meu primeiro livro tem um titulo um tanto quanto curioso porque atos nunca são descobertos por completo eu diria que nunca são desvendados, no entanto o meu primeiro trabalho tem um titulo bastante realista que faz parte do nosso cotidiano, contrate é sim visível a cada instante por onde passamos e é assim que “nascer” Ato dos meus atos. Junho de 2009

E dando continuidade a minha vocação em transformar palavras em poesias vezes cotidiana ou mesmo dizendo o que sinto como muitos perdidos pelo mundo em Julho de 2010 nasce mais uma obra que me surpreendeu pelo conjunto de palavras se entrelaçando e construindo belos e polemicos poemas, polemicos pelo fato de que após ler fazê-se refletir sobre a minha propria trajetória. O titulo desse trabalho que muito me emociona é Um Poeta Sem Palavras.

Agradeço em primeiro lugar a Jesus Cristo por ter me dado esse dom e a muitas pessoas que fizeram com que eu enxergar-se como sou capaz!

Não poderia deixar de lembra de uma pessoa que esta sempre comigo, fazendo cobranças, criticas pessoais, etc. chega a ser chata (risos), mas sem essa pessoa em minha vida não estaria onde/como estou. No próximo momento estarei anunciando essa pessoa tão especial em minha vida!

Obrigado pelo carinho.


Luiz Carlos Freitas
Calu

Olhos ardente

Digo não com os lábios
Sim com o corpo
Arrepiado
Não me deixe dizer não
Pegue em minhas mãos
Quentes
Ardo em chamas
Continuo dizer não
Coração pulsante
Enganador
Paixão me tomou...
Olhos falam.




Luiz Carlos Freitas
Calu

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Récita

Récita
Minha alma ao palco
Decoroso
Exponho concernente
Atos
Passados
Jamais revelados
Entristeço-me com
Um minuto
Volto
Com pura vontade
De sorrir
Do palco vejo tudo
De novo
Agora sou eu
A narração metódica
Dos fatos
Digno de memórias.

Luiz Carlos Freitas
Calu